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O poder de destruição de um estúpido.



Nas minhas andanças pelo mundo em cursos, congressos, certa vez ouvi esta frase:

“A harmonia nasce do conjunto de todas as partes. O erro nasce de apenas um ponto em desequilíbrio”.
Sábia frase!
1. Construir através das pessoas certas – Formação de times. Pense. Se um arquiteto vai embora após finalizar um belo trabalho e alguém insere um objeto desarmônico no ambiente, este novo elemento será perceptível e polarizará a atenção para si mesmo.

Num ambiente físico, o arquiteto busca compor todos os elementos para criar um resultado funcional – nem muito nem pouco, um equilíbrio de cores, móveis, estilo, etc. Assim é com as empresas.

No ambiente organizacional, o desafio do gestor, apoiado pelo Recursos Humanos, é o de formar equipes funcionais. Quem trabalha com isso sabe o quanto pode ser desafiadora essa tarefa. Hoje temos muitos recursos que facilitam, e é tarefa do líder se conhecer e se desenvolver para saber identificar o perfil das pessoas.

Muito se publica e se fala sobre equipes de alta performance, mas pouco ou nada se discute sobre o poder de destruição que tem um integrante tolo. Sobre os desonestos e os corruptos, temos também falado muito, e é sabido como eles destroem.

Então, de quem estamos falando? Quem é o tolo ou estúpido com poder de destruição frequentemente negligenciado pelas organizações? Para definir, nada melhor que Carlo M. Cipolla (1922-2000), historiador da economia, professor na Universidade de Berkeley e na Escola Normal Superior de Pisa e escritor do famoso As leis fundamentais da estupidez humana. Sua definição do estúpido corresponde a sua terceira lei: “É estúpido aquele que desencadeia uma perda para outro indivíduo ou para um grupo de outros indivíduos, embora não tire ele mesmo nenhum benefício e eventualmente até inflija perdas a si próprio”.

Os tolos não são questionadores, eles reclamam. Não são aqueles que precisam de tempo para aprender, eles parecem não querer aprender e perdem todas as oportunidades de melhorar. Trazem estagnação, regressão para o time. Não se percebe energia, vontade ou merecimento. Se ele está numa posição de coordenação (pasmem, isso acontece!), a área é uma espécie de buraco negro, tomando um precioso tempo e desgastando as demais áreas, clientes internas, que dependem do trabalho dele. Os estratagemas que ele usa são os mais simples: ele não demonstra astúcia ao atrapalhar e interromper as coordenadas do gestor e dos colegas. Ele “trabalha” contra o fluxo e, lógico, contra si mesmo também. É justamente este último ponto que o diferencia do desonesto ou do corrupto.

2. Decisões impopulares que todo líder precisa ser capaz de tomar
Que razões e crenças já encontramos para não o demitir?
• O gestor contratou quem não pode demitir;
• O gestor sente que deve alguma coisa para este, porque algum dia ele foi um colaborador, por lealdade ao passado;
• O gestor faz caridade pessoal usando a empresa, acreditando que precisa ajudar aquela pessoa e aquele é o modo que caracteriza a ajuda (conceito de “ajudar”);
• O gestor tem dificuldade de tomar decisões que ele acredita impopulares e decide esperar, protelando e obrigando todos a conviverem com o problema.

“É desastroso associar-se aos estúpidos, diz Cipolla na sua quarta lei: ‘Os não estúpidos subestimam sempre o poder destruidor dos estúpidos. Em concreto, os não estúpidos esquecem incessantemente que em todos os tempos, em todos os lugares e em todas as circunstâncias tratar com e/ou associar-se com gente estúpida se revela inevitavelmente um erro custoso’”.

3. O grande valor do Coaching Executivo para o líder ou gestor e seu alto retorno sobre o investimento (ROI).
Qualquer solução eficaz proposta não poderá excluir o desenvolvimento do líder.

E o Coaching assim como o Mentoring têm sido as mais modernas e eficazes ferramentas para que o líder cresça de dentro para fora nas suas competências. E isso passa pelas suas crenças que filtram a tomada de decisões. Desenvolver-se através do Mentoring e do Coaching Executivo mitiga este e tantos outros riscos.

O alto retorno sobre o investimento (ROI), quando o processo é conduzido por profissionais preparados, justifica o aumento no número de contratações do serviço de Coaching e do de Mentoring pelas empresas.

4. O poder de transformação do Coaching Executivo nas empresas: quer mais resultados? Envolva a empresa toda. Modelos híbridos e mais abrangentes, unindo Coaching para o CEO, para gerentes e times, combinando processos individuais e de grupo (que chamamos Coaching de Time).

Saiba mais sobre Coaching Executivo: www.criteriohumano.com.br

Denise Bee- Mentoring & Coaching: Master Coach executiva, de carreira e de negócios, mentora com mais de 25 anos de experiência em desenvolvimento de pessoas e empresas. Fundadora da Critério Humano – Desenvolvimento e Gestão de Pessoas. Coautora do livro Empreendedor Total.